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Mulheres ao Mar: Debbie Colwell, a shaper

Publicado por / 13 de novembro de 2015 / Categorias body board, bodyboard, bodyboarding, kung bodyboard, Pranchas de bodyboarding / 0 Comments

Por acaso você já encomendou seu foguete para umA shaper? O Mulheres ao Mar de hoje é uma homenagem a uma das pouquíssimas mulheres que representam na arte de shapear; na verdade, a grande pioneira, Debbie Colwell.

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Ela começou na indústria do Bodyboard junto com Tom Morey, na Morey Boogie, em 1976, até 1981. Anos mais tarde, seguiu na Scott Hawaii. Foi um pouco depois que Debbie criou sua própria marca, produzindo as pranchas com excelência e qualidade. Nascia, assim, uma das fábricas mais respeitadas da Califórnia até hoje, segundo o mestre, a Custom X.

Na época – e se bobiar até hoje! – ela foi uma das – pra não dizer única – poucas mulheres a se tornar shaper, segundo um artigo publicado na Bim Magazine no início dos anos 90, escrito por Craig Handel.

Debbie e o mestre ainda mantêm contato; eles conversavam muito quando ela vinha ao Brasil, principalmente nos anos 80.

E você? Conhece algumA shaper?

Diz aí! Queremos que daqui pra frente, quando a gente fizer uma busca no google por mulheres bodyboarders e shapers, a lista de grandes referências seja beeeeeem extensa!

Sustentabilidade na onda do Bodyboard

Publicado por / 24 de agosto de 2015 / Categorias body board, bodyboard, bodyboarding, Hawaii, kung bodyboard, Pranchas de bodyboarding / 0 Comments

Linha exclusiva de pranchas de bodyboard, 100% sustentáveis, completam 10 anos e já ganharam reconhecimento internacional. As pranchas são personalizadas pelo pioneiro do esporte no Brasil, Marcus Kung

Vargem Grande. Rio de Janeiro. Em uma sala de shape descontraída e rodeada pela natureza, o pioneiro do bodyboard no Brasil, Marcus Cal Kung, acelera a produção das pranchas 100% sustentáveis. As encomendas chegam de países como Argentina, Chile, Equador, EUA, Portugal, França, entre outros. Personalizadas pele lenda do esporte, as pranchas da tecnologia PHAZER já ganharam título de “inovação da década” na revista japonesa Flipper e continuam se aprimorando, unindo prazer e segurança ao esporte.

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As pranchas sustentáveis da tecnologia PHAZER são fabricadas com materiais derivados do plástico como polietileno e polipropileno. No lugar da cola, tecnologia a base de sopro térmico é utilizada com a mesma potência, além de materiais exclusivos que foram desenvolvidos em parceria com fornecedores para garantir que a prancha não polua a água.

“A qualidade das praias e a utilização do litoral carioca são assuntos que preocupam a todas as pessoas que amam o Rio. Nossa cidade tem lugares perfeitos para atividades ao ar livre e o cuidado com a natureza interessa aos praticantes de todos os esportes”, explica Marcus Kung, premiado como Personalidade Mundial do Esporte, no Havaí. “Faço minha parte garantindo que nenhum bodyboarder polua o mar”.

Cada prancha da KUNG BODYBOARD é exclusiva e confeccionada de acordo com o peso e altura do cliente. Assim, o desenho ergonômico da prancha proporciona segurança e autoconfiança nas manobras dentro d’água pela sua perfeita adequação ao bodyboarder. Cada detalhe também é pensado para atender perfeitamente ao corpo de quem está no comando da prancha: tamanho, shape, ângulo da borda, rabeta, fundo, deck, laminação, entre outros, além de cores exclusivas como amarelo, vermelho e preto.

O sistema PHAZER ainda conta com concavidades embaixo da prancha que diminuem o atrito com a onda e formam pequenas bolas de ar, proporcionando mais velocidade ao esportista. Preferida de personalidades do esporte, o “foguete” confeccionado por Marcus Kung já ajudou a trazer títulos nacionais e internacionais para o Brasil. A prancha da KUNG BODYBOARD deu o título de campeão brasileiro ao baiano Bernardo Puertas, preferida de Neymara Carvalho, a brasileira com maior número de títulos, e do atual líder da categoria PRO, Beto Abrantes.

Com milhares de pranchas de bodyboard produzidas ao longo de sua carreira, Marcus Kung dispõe de parte do seu tempo para repassar sua técnica para quem deseja aprender a shapear com responsabilidade. O design ergonômico aplicado por ele nas pranchas sustentáveis desperta o interesse dos amantes do esporte de todo o Brasil. O curso de shaper varia de 6 meses a 1 ano e passa pelas cinco fases do processo de produção. Os interessados podem fazer contato através do site.

O pai do Bodyboard no Brasil
Considerado o “pai” do bodyboard no Brasil, Marcus Kung iniciou a história do esporte na Praia do Leme, na década de 70 e é o principal responsável pela popularização da atividade no país. A partir daí, Kung percorreu praias brasileiras mobilizando novos bodyboarders e montou a primeira associação legalmente registrada no mundo, além de ter regulamentado e idealizado as primeiras regras em competições nacionais. O resultado de todo esse trabalho foi o prêmio de Personalidade Mundial do Esporte, entregue a ele, em 1988, no Havaí, por toda a sua contribuição.

O esporte sofreu um boom na década de 80 e a comercialização de pranchas amadoras superou as expectativas dos empreendedores. Essa foi a era de ouro do esporte, com pranchas amadoras se proliferando no literal brasileiro, patrocínios de grandes empresas para atletas e campeonatos internacionais de altíssimo nível sediados por aqui. Hoje, 43 anos depois da primeira onda e no comando da Escola Kung de Bodyboard, na Praia da Barra, Marcus Kung repassa seu conhecimento para alunos de todas as regiões do Brasil e estrangeiros, que procuram a lenda do esporte para cair no mar carioca.

Meu Foguete: Não empresto para ninguém

Publicado por / 17 de julho de 2015 / Categorias body board, bodyboard, bodyboarding, kung bodyboard, Pranchas de bodyboarding / 0 Comments

Leves e rápidas: essas são duas das principais características das pranchas do Adi que fazem dele um bodyboarder apaixonado.

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Foto: Adi Ferreira / Arquivo Pessoal

Seus foguetes recebem muito carinho, amor e cuidados especiais. Depois de lavados com água doce e secos, são guardados em um lugar especial, na casa desse brother ciumento.

– O quê? Ciúme é pouco! xD

“Não empresto para ninguém…”, diz Adi, com aquele ar de super protetor.

E com razão, vai. As pranchas foram feitas pra ele, e, segundo o próprio, “não tem como explicar”.

– O quê?

“Os foguetes do Kung são de outro mundo, só pegando onda pra saber”!

– E onde costuma levá-las para passear?

“A gente vai muito pra praia da Baleia… E sempre é mil vezes melhor que uma academia. O bodyboard tira a gente dos problemas… e consigo relaxar”.

E você, leitor? Também sente aquela preocupação quando algum amigo pergunta: “po, me empresta aí seu foguete pra eu dar uma voltinha”?

xD

Quem nunca?

Viagem na Imagem: Um garoto-propaganda em São Conrado

Publicado por / 6 de julho de 2015 / Categorias body board, bodyboard, bodyboarding, kung bodyboard, Pranchas de bodyboarding / 0 Comments

É um tubarão? É um submarino? É o Kung, em 1985, tirando onda de “garoto-propaganda” da Mach 10, modelo da Morey Boogie que ainda ia ser lançado no Brasil. Sabe onde foi essa foto? Em São Conrado, quando nem se ouvia falar de crowd ainda… nem de poluição!

SÃO CONRADO 1985
Foto: Marcelo Cozzare

“Nesse dia, eu tinha acabado de gravar o anúncio da nova prancha no Recreio, que ia ser veiculado nos programas Realce e Vibração. Fiquei sabendo de uns tubos perfeitos que tavam rolando em São Conrado. Aí não deu outra: chamei a galera e partimos direto pra pegar altas ondas. Nessa época, dropar por lá era fantástico!”

– E o foguete? Como era?

“Era um modelo com fundo prateado. A primeira prancha a utilizar longarinas. A galera ficou louca de ver o modelo novo e a performance! O momento foi clicado pelo fotógrafo Marcelo Cozzare, exatamente na cavada pra executar um el roll!”

– Que irado, Kung!

E você? Já executou seu el roll hoje?

Dica: leve um amigo fotógrafo pra deixar o momento pra eternidade. 😉

Mas antes, dá uma olhada nas outras fotos sensacionais que já resgatamos do baú do mestre por aqui:

Viagem na Imagem: Tubo em Zicatela

Viagem na Imagem: Nas águas geladas da Califórnia

Viagem na Imagem: Caldo histórico

Meu Foguete: A melhor parte da vida

Publicado por / 3 de julho de 2015 / Categorias body board, bodyboard, bodyboarding, kung bodyboard, Pranchas de bodyboarding / 0 Comments

O nome dela é Magic Board. Vai à praia, dá aquele mergulho, se refresca sem pegar muito sol, tudo com classe. Depois toma um banho de água doce pra tirar o sal e vai descansar no quarto, relaxar. Quem é? Aquela que causa um ciuminho saudável no Kiko, Kiko Ebert, o primeiro parceiro bodyboarder que contou tudo na série “Meu Foguete”, o mais novo espaço pra histórias – de amor, por que não? – aqui do Blog. 😉

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Foto: Arquivo Pessoal / Kiko Ebert

Magic é o foguete dele, feito à medida. Resultado de alguns bons anos de amizade: Kiko e Kung se conheceram lá na praia da Macumba, em 1983, quando o mestre “nem sonhava que ia se tornar um shaper ainda”, nas palavras do bobyboarder.

A gente nem precisa dizer que no início as opções eram limitadas… Essa coisa de desenvolver um foguete pensado pra um tipo físico específico, com as características do bodyboarder, considerando o estilo de drop que o cara curtia… Isso era quase coisa de outro mundo! Mas não pro mestre, né, que partiu pro abraço nos tempos da equipe Speedo. O Kiko era desse grupo e acompanhou de perto os passos que o esporte deu com a chegada de novas tecnologias.

“Fiz parte da construção do Bodyboard nos anos 80, junto com o Kung, Xandinho, Luizinho, Billy, Cláudio, Salgado, Guto e outros poucos. Viajamos muito pelo mundo, nós e nossas pranchas… E quando o Kung começou a produzir os modelos personalizados… aí sim realizamos o sonho! Tudo na medida certa, pro estilo de cada um, adaptado ao jeito de pegar onda”.

– E como é a Magic? ^^

“É uma prancha pra mar mais buraco e com tamanho, feita pra ondas tipo São Conrado, Postinho, Joatinga. Como o Kung sabe como eu dropo, fizemos um shape diferente dos mais comuns, com um bico mais largo”.

– Muita coisa que passou junto dela? xD

“Ah, muitas experiências! Pra contar minha vida no mar ia levar muito tempo! Mas resumindo, devo minha vida no esporte a todas as minhas pranchas. Afinal, o Bodyboard representa, até hoje, a melhor parte da minha vida!”

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Foto: Arquivo Pessoal / Kiko Ebert

E da nossa também, Kikooo! Valeu por compartilhar um pedacinho da história da Magic Board com a gente! A companhia de quem acredita do Bodyboard, como você e o mestre, é sempre, sempre bem-vinda! Deu até vontade de cair no mar!! =)

E você, curtiu? Em breve, mais histórias de “relacionamentos sérios” entre bodyboarders e suas pranchas por aqui, na série “Meu Foguete”.

Momento Shaper: Atelier organizado num lugar arborizado

Publicado por / 15 de maio de 2015 / Categorias body board, bodyboard, bodyboarding, kung bodyboard, Pranchas de bodyboarding / 0 Comments

Você sabe que lugar é esse aqui da foto? O santuário dos foguetes produzidos pelo Kung! No Momento Shaper de hoje, nosso mestre fala sobre como escolher o lugar perfeito para um atelier.

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Foto: Marcus Cal Kung / Acervo Pessoal

“O ideal é que a sala do shaper fique em um ambiente arborizado, com sombra, pois a gente trabalha o tempo todo com altas temperaturas”.

– Anotado.

“No espaço, o shaper precisa ter à disposição 5 ‘áreas básicas’: um lugar pro design, outro pra laminação, o terceiro pro acabamento, depois, o cantinho da gravação e embalagem e, por fim, o estoque”.

– Saquei.

E nada de sair melecando tudo, deixando as paradas largadas e desorganizadas!

“Sou partidário da filosofia de que um lugar limpo e organizado resulta num produto de alta qualidade. Assim, a gente fica focado na produção daquele foguete, e não imerso em poeira, pó ou resíduos que atrapalham na finalização da tarefa. Por isso, sempre limpamos as áreas utilizadas em cada fase da produção, antes de partir para outra”.

😉

Outra dica maneira é otimizar o espaço percebendo como eles podem ser integrados.

“Por exemplo, no mesmo local que vocês estoca o material pode ter uma mesa de corte, para os decks e fundos”.

– Esse é o cara.

Até a próxima curiosidade da vida de um shaper! =D

Viagem na Imagem: Caldo histórico

Publicado por / 11 de maio de 2015 / Categorias body board, bodyboard, bodyboarding, Hawaii, kung bodyboard, Pranchas de bodyboarding / 0 Comments

Era uma vez… Um dos caldos inesquecíveis da história do Kung, eternizado pelo então fotógrafo da Fluir, Basílio Bosque Ruy. Pois é! Até os mestres passam perrengues. Sabe onde foi? Pipeline, entre o finalzinho de 1985 e o comecinho de 1986.

PIPELINE HAWAII 1987
Foto: Arquivo Pessoal / Marcus Cal Kung

“Nesse dia, tava o crowd usual de Pipeline, somado à galera do Bodyboard internacional que iria competir. Na série, ou a gente descia de cara na primeira ou tomava todas na cabeça. Não pensei muito. Virei a prancha e botei pra baixo!”

– Decisões, mestre. Decisões…

“Abriu um buraco e não tive tempo nem de pensar. Despenquei em queda livre lá de cima!!!

– E tem uma cabecinha ali no canto esquerdo da foto, na base da onda… Quem era? Lembra?

“Um surfista que tinha tomado na cabeça. No caldo, o strep da prancha dele enrolou no meu e nós ficamos tomando na cabeça a série inteira, até eu conseguir, exausto, soltar o strep do tornozelo. Nós dois fomos jogados pra praia”.

– E os foguetes? Sobreviveram?

“A prancha dele partiu. Mas depois do susto, descobri que ele era um surfista brasileiro. Acabamos bebendo umas cervejas com a galera e demos boas risadas”.

– Boa, mestre. 😉

Momento Shaper: Ferramentas de um trabalhador

O terceiro capítulo da série Momento Shaper chegou com tudo nesse 1º de Maio. Afinal, o shaper trabalha duro! No dia-a-dia, algumas ferramentas são grandes aliadas na produção dos nossos foguetes. Bora conhecê-las? Segundo o mestre Kung, três delas merecem destaque: a lixadeira elétrica de mão, a plaina e o rolo de acabamento. Já sabe pra que servem? Imagina o que nosso shaper já passou para conseguí-las? Dá uma conferida aqui!

Shape and Roll prensa set2012
Foto: Marcus Cal Kung / Arquivo Pessoal

A PLAINA SURFORM serve para descascar e/ou alinhar, de maneira inicial, as formas pré desenhadas de um shape.
Custo médio: US$ 40

A LIXADEIRA ELÉTRICA DE MÃO serve para lixar as superfícies antes da laminação de bordas, alinhar o shape e seus contornos, bem com afinar o rocker.
Custo médio: R$ 1.000,00

O ROLO DE ACABAMENTO, como já diz, é pra dar o acabamento nas bordas depois de laminadas e cortadas.
Custo médio: R$ 120,00

Na compra, é importante ficar atento a alguns critérios de qualidade. Pro mestre, a durabilidade, usabilidade e o peso dos instrumentos fazem toda a diferença na hora de shapear. Aliás, sempre é bom relembrar: pra manuzear essas ferramentas, proteção é essencial. Como nos explicou o próprio Kung, “é sempre recomendável o uso de máscaras, óculos e luva de tecido”.

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Foto: Marcus Cal Kung / Arquivo Pessoal

Hoje em dia é até tranquilo conseguir uma dessas… Mas já pensou na época em que o Kung começou? Olha o que ele contou…

“Não tinha distribuição por aqui. Na primeira vez, voltando de uma viagem na Califórnia, trouxe 10 peças de plainas surform pro Brasil, além de um zilhão de lâminas extras! Aí, na alfândega… o bicho pegou!!! ‘Tá contrabandeando, tá fazendo comércio, blá, blá, blá… Mas consegui passar!! Ufa!!!”

Teeeenso! Mas quando se é pioneiro, é assim mesmo. Cada trabalho tem seus desafios. Quais são os seus? 😉

Sistema Phazer: há 10 anos na história do Bodyboard

Publicado por / 27 de abril de 2015 / Categorias body board, bodyboard, bodyboarding, Hawaii, kung bodyboard, Pranchas de bodyboarding / 0 Comments

Ar+Água+Design! Capitão Planeta? Claro que não! Um post em homenagem aos 10 anos – SIM! JÁ SE FORAM 10 ANOS! – do lançamento oficial do Sistema Phazer pela Kung Bodyboard. ^^

Para quem não sabe, o Sistema Phazer é uma criação revolucionária do mestre Kung apresentada ao mercado de pranchas em 2005. É um desenho de concavidades feito no fundo da prancha que aumenta a velocidade do foguete na água. Como explica nosso shaper, “o ar que fica acumulado nessa concavidade, entre a prancha e a água, faz o foguete flutuar”.

– Huuuuuuuum! 🙂

A base de tudo é o design em forma oval das concavidades, inspirado – acredite se quiser – no modelo aerodinâmico que a Volkswagen deselvolveu para o carro GOL nos anos 90, quando Kung trabalhava nessa fábrica.

“Naquela época, pude observar de perto a evolução na indústria automobilística. Apliquei os conhecimentos à invenção dos irmãos Willy, shapers no Havaí. Eles desenvolveram a primeira concepção do sistema, mas em forma circular, pro fundo de pranchas de surf”.

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Foto: Marcello Bravo

“Quando lancei os primeiros modelos para teste, a galera ficou até meio desconfiada, sem saber se o sistema seria de fato funcional”.

Mas na hora de cair no mar… Sucesso! Depois do test drive, com os atletas ganhando títulos, a ideia se transformou em REALIDADE. “Isso é maravilhoso! Lançar no mercado uma ideia inédita pro mundo do Bodyboard foi uma experiência e tanto!”

E que venham mais inovações, novidades, tecnologias! O Bodyboard merece! Parabéns, mestre, pela coragem, garra e pioneirismo! Arrebentou!!

PS: Aqui vai a foto do primeiro desenho do Sistema Phazer, que o mestre apresentou quando foi registrar a patente!

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E se você quiser assistir ao vídeo pra ver o próprio mestre explicando como tudo funciona… Dá o play!

Momento Shaper: Muito além da paixão por polímeros

Você já pensou em se tornar um shaper? Sabe quais materiais são usados pra fazer uma prancha? Como tem sido a evolução na fabricação dos foguetes? Bem-vindo de volta ao Momento Shaper!

Pra quem não sabe, diferentes tipos de plástico já serviram à indústria dos equipamentos de Bodyboard ao longo dos últimos 30 anos. Por exemplo, o polietileno expandido ou reticulado, polipropileno, vinil… variações dos chamados “polímeros”… São inúmeras as descobertas tecnológicas que envolvem o uso de máquinas, materiais e ferramentas, e que mudam o rumo da história…

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Foto: Marcello Bravo

Mas nosso mestre acredita que tem algo ainda mais determinante pra esse movimento contínuo de evolução no mundo do Bodyboard, que vai além da paixão por polímeros: a busca incansável por um design inovador.

“Pra mim, é aí que está a grande mudança. Ao desenvolver um novo design, o shaper é obrigado a experimentar novas formas de fazer aquela prancha”.

Percebeu o que pode ser o segredo?

“Essa é a paixão que me move: buscar novos conceitos capazes de quebrar o paradigma do mercado naquele momento.”

Santa paixão, mestre!

😉